Ir para o conteúdo principal
Página

LP259Q15D7

LP259Q15D7

Condições de conclusão

QUESTÃO

Leia o texto abaixo. 

O texto como placebo

Autoajuda encerra uma lição que vale para a ciência: O paciente precisa do amparo das palavras por Moacyr Scliar

A palavra placebo (do latim agradarei) refere-se a uma substância ou um procedimento que, teoricamente, não faria efeito sobre o organismo, mas que acaba tendo resultados terapêuticos, pela crença que uma pessoa deposita nela. Pergunta: é o texto um placebo?

No caso da ficção, pode-se dizer que sim. É algo que resulta da imaginação de um escritor, de um cineasta, de um dramaturgo; mas, quando agrada o espectador ou o leitor, exerce um efeito que poderíamos chamar de terapêutico. A ficção ajuda a viver. E isso inclui uma melhora da saúde – pelo menos do ponto de vista psicológico.

Para muitas pessoas a leitura é um amparo, um consolo, uma terapia. Daí nasceu inclusive um gênero de livros que se tornou popular: as obras de autoajuda. 

Diferentemente da ficção, elas aconselham o leitor acerca de problemas específicos: luto, controle do stress, divórcio, depressão, ansiedade, relaxamento, autoestima, e até a felicidade. Esse tipo de leitura faz um enorme sucesso; não há livraria que não tenha uma seção destinada especialmente à autoajuda.

 

No texto, o autor defende que os livros de autoajuda são placebos porque:

 

(A) não há livraria que não tenha uma seção destinada a eles.

(B) tornaram-se populares nas livrarias especializadas no assunto.

(C) levam à melhora de saúde da pessoa, pois resultam da imaginação de um escritor, de um cineasta, de um dramaturgo.

(D) promovem o bem-estar da pessoa quando aconselham, por exemplo, sobre problemas, como o controle do estresse, da depressão, da ansiedade.

Gabarito: D

Última atualização: quarta-feira, 5 nov 2025, 14:40